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- EXPOSIÇÃO FINAL
No final do segundo organizámos uma exposição final com alguns dos trabalhos, recordações e testemunhos acerca desta fantástica experiência. Agradecemos a todos a vossa participação e apoio!
- SEGUNDA RECEÇÃO ÀS ESCOLAS PARCEIRAS – 15 a 20 de Abril de 2013
Pela segunda vez neste projeto, recebemos alunos e professores das escolas parceiras. Os alunos espanhóis, mais uma vez, ficaram hospedados em casa dos nossos alunos (tal como acontecera com os nossos alunos em Espanha), o que tornou esta experiência muito mais enriquecedora. Vê aqui as fotos :
- VISITA à FACULDADE de CIÊNCIAS e TECNOLOGIAS – 5 de abril 2013
Neste dia aberto à comunidade, visitámos algumas das exposições sobre os cursos existentes na FCT e participámos em experiências e atividades muito interessantes. Foi pena a visita ter sido tão curta.
- VISITA A NAVIOS na BASE NAVAL do ALFEITE – 14 de março 2013
Todos os alunos de 9ºano da escola tiveram a oportunidade de participar nesta visita, que teve como principal objetivo dar-lhes a oportunidade de ficarem a saber um pouco mais sobre as opções de carreira militar.
- VISITA A UMA CASA de REPOUSO da ZONA – 9 de março de 2013
Que profissão para o futuro? Talvez cuidar de pessoas idosas seja uma boa opção. Nesta visita quisemos trazer convívio e alguma animação a esta casa de repouso, por isso cantámos e tocámos uma canção popular, pintámos juntos um quadro do Moinho da Maré e conversámos.
- VISITA À CERCISA, 6 de março 2013
- Inês Lindino 9ºC – Eu gostei de visitar a CERCISA porque fiquei mais consciente de que as pessoas que vimos não eram assim tão diferentes de nós, apenas têm algumas limitações mentais, e mesmo assim todos nós as temos. No início estava com receio do que íamos ver, mas depois esse receio passou e senti-me mais à vontade. Foi uma óptima experiencia porque fez-me abrir os olhos a esta realidade.
- Sara Madeira 9ºC – Eu gostei da visita à CERCISA porque vi que esta instituição é um modo de preparar as pessoas com deficiências cognitivas para o mundo do trabalho, dando-lhes a oportunidade de fazerem certas tarefas remuneradas. No início estava um bocado apreensiva, mas depois apercebi-me que são pessoas comuns, apenas com algumas limitações.
- Catarina Alexandra 9ºD – Fiquei surpreendida com o facto de as pessoas na CERCISA conseguirem realizar trabalhos autónomos como jardinagem, lavar carros e passar roupa, entre muitas outras actividades, actividades que algumas pessoas sem as incapacidades que estas têm não conseguem realizar, como Arraiolos e ponto-cruz.O trabalho feito com as pessoas nesta associação é maravilhoso, porque ajudam a integrar estas pessoas na sociedade. Em algumas das salas que visitamos observei que o trabalho era mais acrescido, pois existiam pessoas com graus mais elevados de deficiência, no entanto as auxiliares e as monitoras mostravam estar sempre prontas a ajudar e faziam-no sempre com um sorriso na cara.
- Mafalda Roldão, 9ºD – A ida à CERCISA foi uma experiencia enriquecedora, pois tivemos acesso a uma realidade diferente do nosso dia-a-dia. Mesmo que alguns cidadãos inadaptados estejam integrados na nossa escola, há certas situações que são um pouco difíceis de ver.
Penso que as pessoas que trabalham na CERCISA precisam de uma grande força de vontade porque não é qualquer um que consegue lidar com pessoas com graus elevados de deficiência.
Nunca pensei que num local tão pequeno houvesse tão variado tipo de actividades. Estas pessoas acabam por fazer de tudo um pouco, se bem que há algumas que se limitam aos cuidados higiénicos! Há quem faça teatro, ponto-cruz e Arraiolos, coisas que a maioria das pessoas não consegue fazer.
O trabalho desta equipa é surpreendente, tentam que pessoas que á primeira vista são rejeitadas se sintam acolhidas e adoradas. Desejo que esta equipa consiga mudar mentalidades e fazer destas pessoas, pessoas mais felizes e integradas.
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Nós hoje fomos à Cercisa, uma instituição que ajuda pessoas com deficiências cognitivas e outras a serem autónomas.
Eu gostei de lá estar. No início, confesso que estava com receio, mas depressa me apercebi que não era nada de especial e que eram pessoas como nós e também ficámos a saber que eles têm oportunidades de entrar no mercado de trabalho.























